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Rádio Ventor

É uma rádio de sonhos, uma Via Láctea de sons!

Rádio Ventor

É uma rádio de sonhos, uma Via Láctea de sons!

Um Violino


Tentei concentrar as minhas playlists na Rádio Ventor para ouvi-las, na Televisão, sempre que me apetecer. Por isso, acho melhor que estejam concentradinhas para não ter de andar sempre a procurá-las.

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Esta era a figura que o Pilantras fazia quando vivíamos na Amadora. Entre eu e ele estava uma porta. Eu ouvia música, sentado numa cadeira e, de máquina na mão, click! Quando eu lhe tirei a foto ele terá pensado: "tu e o Quico deviam ser uns belos malucos pela música"! Pois, ele agora, está outro doidinho!

As primeiras músicas escolhidas pelo Ventor

Músicas escolhidas por mim e pelo Pilantras Pilantras

Algumas das minhas músicas que me recordam África

Também ouço música quando faço as minhas Caminhadas de Sonhos

As músicas fazem parte da minha Grande Caminhada

Também nunca me abandonam as músicas que foram do Quico

Há momentos que me fazem decidir pelas Músicas Favoritas

Mas eu e o Quico, fizemos uma Lista no Youtube

Também tenho sido um assíduo ouvinte de André Rieu

Mas um dos complementos das minhas noites são as minhas Músicas de Sonhos

Ao mesmo tempo faço a partilha dos meus gostos pessoais pelas músicas que me tem sido permitido usar via Youtube.

Tudo isto a pedido do meu Pilantras que me dise que eu não percebia nada disto. Se queria ouvir as músicas e ver os vídeos, na Televisão, o melhor era concentrá-las todas num poste. Aqui estão elas, para mim, para o Pilantras para a nossa Dona e para quem quiser ouvi-las.


13.08.04

Atlantis


Ventor

 

 

Atlântida, na nossa língua, o Continente perdido.

 

Quando ouço esta canção de Donovan, tal como o Super-Homem, montado no meu fato especial de voo, rodo à volta do Mundo na tentativa de descurtinar onde terão estado instalados os homens da Lenda.

Terão partido em todas as direcções, e ter-se-ão reinstalado por aí algures, neste nosso mundo por onde as intempéries têm deixado muitos rastos esquecidos.

Há muitas hipóteses, que perpassam pelas nossas mentes, baseadas na junção de lendas e histórias lendárias e imaginativas que os nossos universos mentais configuram, cada um à sua maneira.

 

Já ouvimos falar de vários dilúvios e cada região do Mundo terá uma lenda para cada um. Terá havido um dilúvio no meio dos povos Incas, terá havido um dilúvio nos povos Indianos, nos Chineses, na África, etç. ...

 

Por essas alturas, eu andava por outras galáticas e apenas me recordo daquele que habitualmente falamos. O Dilúvio em que a Esfera só pretendeu salvar o meu amigo Noé e mesmo assim porque eu e alguns dos meus amigos interviémos para que assim fosse. Fui também eu que lembrei muitos animais, para muitos, de sumenos importância, como os meus amigos bichinhos de conta entre outros. Mas não vamos falar de Dilúvios. Vamos apenas recordar os povos da Atlântida e fazer que, pelo menos mentalmente, continuem a caminhar a nosso lado.

 

Para isso, basta-nos a bela música de Donovan. Já todos a ouvimos, agora imaginem-na e atirem-se à lírica.

 

Atlantis

 

The continent of Atlantis was an island Which lay before the great flood In the area we now call the Atlantic Ocean.

So great an area of land,

That from her western shores

Those beautiful sailors journeyed

To the South and the North Americas with ease,

In their ships with painted sails.

To them East Africa was a neighbour,

Across a short strait of sea miles.

The great Egyptian age is

 

But a remnant of The Atlantian culture.

The antediluvian kings colonised the world

All the Gods who play in the mythological dramas

In all legends from all lands were from far Atlantis.

 

Knowing her fate,

Atlantis sent out ships to all corners of the Earth.

On board were the Twelve:

 

The poet, the physician, The farmer, the scientist,

The magician and the other so-called Gods of our legends.

Though Gods they were-

And as the elders of our time choose to remain blind

Let us rejoice

And let us sing

And dance and ring in the new Hail Atlantis!

 

Way down below the ocean where I wanna be she may be,

Way down below the ocean where I wanna be she may be,

Way down below the ocean where I wanna be she may be.

Way down below the ocean where I wanna be she may be,

Way down below the ocean where I wanna be she may be.

My antediluvian baby, oh yeah yeah, yeah yeah yeah,

I wanna see you some day

My antediluvian baby, oh yeah yeah, yeah yeah yeah,

My antediluvian baby,

My antediluvian baby, I love you, girl,

Girl, I wanna see you some day.

My antediluvian baby, oh yeah

I wanna see you some day, oh

My antediluvian baby.

My antediluvian baby,

I wanna see you

My antediluvian baby, gotta tell me where she gone

I wanna see you some day

Wake up, wake up, wake up, wake up, oh yeah

Oh club club, down down, yeah

My antediluvian baby, oh yeah yeah yeah yeah


O Ventor gosta de música e de instrumentos musicais e, entre eles, um dos mais apreciados é a gaita galega, como dizíamos em Adrão, 50 anos atrás


02.08.04

Old Frieds


Ventor

 

 

Old Friends

 

Ontem à noite liguei a televisão e ouvi um som. Um som maravilhoso! Ao olhar, vi dois velhadas, lado a lado. 62 anos, disseram!
Desci, numa correria louca, os degraus do tempo e parei no patamar dos meus discos velhinhos. Das entranhas dos meus discos saíram, já não as vozes de ontem, mas as maravilhosas vozes de tempos passados. Por mim passaram anos felizes, em catadupa, uns atrás dos outros. Com eles, o som desbravou o éter à minha frente e vi passar a imagen daqueles rapazes pelo meu nervo óptico, até chegar à imagem do Colisu de Roma.

Old Friends, Cecília, El condor Pasa, Bridge Over Troubled Water, The Boxer, he Sound of Silence, ... e tantas outras belas músicas que sempre me acompanharam pelos anos fora. Meus amigos, estava mesmo com saudades do Paul Simon e do Garfunkel.

 

 

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Deixo na vossa imaginação esta maravilha!

Old friends, old friends,
Sat on their parkbench like bookends
A newspaper blown through the grass
Falls on the round toes
of the high shoes of the old friends

Old friends, winter companions, the old men
Lost in their overcoats, waiting for the sunset
The sounds of the city sifting through trees
Settles like dust on the shoulders of the old friends

Can you imagine us years from today,
Sharing a parkbench quietly
How terribly strange to be seventy

Old friends, memory brushes the same years,
Silently sharing the same fears
 


O Ventor gosta de música e de instrumentos musicais e, entre eles, um dos mais apreciados é a gaita galega, como dizíamos em Adrão, 50 anos atrás


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