A minha Rádio não poderia deixar de fazer uma referência a esta gente que teve por fim divertir os portugueses e eu fui um dos que muito se divertiu com eles.

 

 

Sempre que podia, na hora, lá estava eu, frente à Rádio, a ouvir os Parodiantes de Lisboa.

 

Foram tempos, inesquecíveis, esses para pessoas que, como eu, gostavam da Rádio e eu não os esqueço. Por isso, não posso deixar de prestar aqui, na Rádio Ventor, a minha homenagem aos Parodiantes de Lisboa, especialmente na pessoa deste último homem que se despediu de nós hoje o Rui Andrade. Ele leva consigo tudo o que aquele grupo fabuloso nos deu durante tantos anos, mas nós, os que gostamos deles, ficaremos aqui sentados, de copo na mão, a magicar no passado glorioso dessa gente divertida agarrada a um microfone.

 

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Eles passaram a vida vergados a uma coisa, semelhante a esta - chamada micro - com a vontade de nos agradar.

E agradaram! Parece-me que já não há ninguém que, na Rádio, volte a conseguir animar tanta gente como os Parodiantes de Lisboa (os tempos são outros) e eu bem os recordo, nas suas investigações dos fabulosos Patilhas e Ventoinha, e nos divertimentos proporcionados pelo Compadre Alentejano, pelo Menino Arnestinho  e muitos outros. Até sempre Rui Andrade.

 

Como diz a Maria da Fé, no seu fado... Valeu a pena!

O Ventor gosta de música e de instrumentos musicais e, entre eles, um dos mais apreciados é a gaita galega, como dizíamos em Adrão, 50 anos atrás

sinto-me:
música: Valeu a Pena, um fado de Maria da Fé
publicado por Ventor às 20:40