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Algumas das minhas Músicas

Dia Mundial da Música

01.10.11

Hoje é mais um Dia Mundial da Música.

 

Por isso, a Rádio Ventor, não devia deixar passar esta data sem deixar aqui, a minha homenagem a todos os músicos deste mundo e do outro. Todas as músicas podem, muito bem, servir para homenagear este dia.

Mas não! Não vou escolher o Vira do Minho, nem a Chula, nem a Canaverde, nem o fado, nem ....

 

Hoje vou escolher uma música que muita gente de Adrão, se calhar, ainda nem ouviu!

Estive, agora mesmo, frente à televisão, porque fui chamado, a observar o Vitorino e os seus burros. Normalmente, falando do Vitorino, é falar de música mas, para mim, a partir deste momento, ficarei a sentir-me melhor quando ouvir falar do Vitorino e da sua música pois acabarão por entrar, nos meus ouvidos, também os burros do Vitorino. Ele bem tentou fazer para ouvirmos a música de algum dos seus burros mas não! Eles hoje não estavam predispostos para a música. Dizem que isto foi uma invenção dos homens portanto, hoje, a música não é com eles, os burros.

 

A mim, só me resta agradecer ao Vitorino pela sua voluntariedade em cuidar desses amiguinhos. Ele diz que não que, os burros, já não correm perigo de extinção, pelo menos, em Portugal. Diz que já há bastantes. Infelizmente há, mas não são burros como os teus Vitorino! Há muitos burros mas não são dos que nos interessam!

 

Estive quase a fazer como os burros do Vitorino! Desistir da Música mas, há muita gente a colaborar para que a vida não nos custe tanto. Brindam-nos com músicas bonitas e homenageando uma música, tentarei homenagear todas as músicas que me têm tornado o meu mundo mais bonito.

 

Eu sei que há muitas e para todos os gostos. E como me predispus a só escolher uma, cá vai ela!

 

 

Katyusha - uma bela canção que em tempos correu mundo nos instrumentos e vozes do Red Army

 

Que mais podemos querer que uma bela música como Katyusha a dizer-nos que o mundo é belo? E que melhores sons para nos falar das belezas das músicas? A katyusha, hoje, ganhou à Kalinka para ocupar o meu post. Mas, como eu não sou mauzinho, deixo-vos a Kalinka também, para os que a preferirem. Duas belas russas de outros tempos, que caminharam nas grandes planícies da Europa, penduradas nos bigodes dos Kossacos e dos Coros do Red Army ou se preferirem, de l' Armée Rouge.

 

Estas músicas fazem parte da Globalização. Recordo-me de um movimento de gente de bem que, nos anos 60, fizeram um pedido directamente a Salazar para que fosse autorizado a que o Exército Vermelho viesse a Portugal cantar para os portugueses. Foram autorizados a vir a Braga, onde actuaram no Teatro do Circo, apenas 45 representantes do Exército Vermelho e não os cerca de 600 que faziam parte dessa arma terrível que conquistava corações - as músicas russas ou, se preferirem, as músicas soviéticas de então.

 

 

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O Ventor gosta de música e de instrumentos musicais e, entre eles, um dos mais apreciados é a gaita galega, como dizíamos em Adrão, 50 anos atrás

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publicado por Ventor às 21:48

A Minha Homenagem aos Four Tops

18.10.08

Eles eram grandes!

Eram mesmo grandes!

 

 

 

Mas tudo acaba, e os Four Tops, como todos os grandes, já acabaram também!

 

Por isso, eu quero deixar aqui a minha homenagem a estes quatro cavaleiros de um outro Apocalipse. O Apocalipse da alegria que nos foi proporcionada pela sua música.

Em 1967, tanto quanto me recordo, ouvi esta música pela primeira vez. Tinha vindo da Base Aérea 2, da Ota, num fim de semana e lembro-me de, em Lisboa, numa casa de gente amiga, ouvir esta música. Parei junto do rádio e fiquei ali especado até ao fim  a ouvi-los. Eu não percebia nada de inglês, mas sabia o rudimentar do liceu e fixei o «Reach out, I'll be there». Alguém disse: "se gostas tanto, vou comprar este disco para ouvires até te fartares"! Mas não. Eu nunca me fartei! Hoje, continuo a ouvi-la, com a mesma vontade de então!

 

Esta bela música foi meu lema durante muitos anos e deu-me a vontade suficiente para continuar as caminhadas de outrora. «Reach out, I'll be there» aprendi eu a dizer. Mais tarde aprendi o mesmo lema com a Sylvie Vartan: «J'Atendrai".

 

Com a morte de Levi Stubbs, fica apenas um sobrevivente do grupo: Abdul "Duque" Fakir. Mas as suas músicas continuarão connosco, enquanto eles "Lá" esperarem por nós.

Os Four Tops, mantiveram-se como grupo durante 43 anos, o que, em termos de grupos musicais, será quase uma eternidade.

Eles começaram a cantar, em 1953, como Four Aims, mas mais tarde mudaram o nome para Four Tops, para não serem confundidos com os Ames Brothers.

Se a minha memória não me deixa mal, acho que o grupo terminou em 1996, mas a sua música tem continuado connosco e, pelos vistos, vai continuar.

Ouçam os Four Tops

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O Ventor gosta de música e de instrumentos musicais e, entre eles, um dos mais apreciados é a gaita galega, como dizíamos em Adrão, 50 anos atrás

sinto-me:
música: Reach out, i'll be there
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publicado por Ventor às 23:26

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